{"id":1714,"date":"2017-09-02T15:17:36","date_gmt":"2017-09-02T18:17:36","guid":{"rendered":"https:\/\/saude.ufpr.br\/terapiaocupacional\/?page_id=1714"},"modified":"2017-09-02T15:19:36","modified_gmt":"2017-09-02T18:19:36","slug":"pesquisa-prof-renato-nickel","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/saude.ufpr.br\/terapiaocupacional\/pesquisa-prof-renato-nickel\/","title":{"rendered":"Pesquisa-Prof. Renato Nickel"},"content":{"rendered":"<p><strong>T\u00edtulo do Projeto:<\/strong> An\u00e1lise da Funcionalidade e Incapacidade de pessoas com doen\u00e7as neurol\u00f3gicas utilizando a WHODAS 2.0.<\/p>\n<p><strong>Pesquisador Principal<\/strong>: Prof. Renato Nickel<\/p>\n<p><b>Colaboradores: <\/b>Lyene de Souza Benvenutti &#8211; Integrante \/ Caroline Cunico &#8211; Integrante.<\/p>\n<p><b>Resumo<\/b>:\u00a0O censo 2010 (IBGE) mostrou que existe 23,92% da popula\u00e7\u00e3o brasileira com algum tipo de defici\u00eancia, seja ela f\u00edsica, sensorial ou mental (IBGE, 2010). Diante desta realidade, definir o n\u00edvel exato de funcionalidade e incapacidade da popula\u00e7\u00e3o com defici\u00eancia \u00e9 ponto de partida para pensar em aloca\u00e7\u00e3o de recursos, gerenciamento de cuidados, servi\u00e7os e mesmo a pol\u00edtica p\u00fablica necess\u00e1ria para garantir o direito das pessoas com defici\u00eancia (DI NUBILA; BUCHALLA, 2008). Para atender essa necessidade a OMS desenvolveu uma Escala de Avalia\u00e7\u00e3o de Incapacidade (WHODAS), que atualmente tem uma segunda vers\u00e3o (WHODAS 2.0), desenvolvida especificamente para refletir a Classifica\u00e7\u00e3o Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Sa\u00fade (CIF) e que est\u00e1 adaptada e traduzida para o portugu\u00eas por Silveira et al (2013). A WHODAS 2.0 avalia o n\u00edvel de funcionalidade de uma pessoa em seis dom\u00ednios de vida (cogni\u00e7\u00e3o, mobilidade, autocuidado, rela\u00e7\u00f5es interpessoais, atividades di\u00e1rias e participa\u00e7\u00e3o), fornecendo um perfil e uma medida resumo de funcionalidade e incapacidade que s\u00e3o confi\u00e1veis e aplic\u00e1veis em diferentes culturas e em todas as popula\u00e7\u00f5es adultas (SILVEIRA et al, 2013). Em uma breve revis\u00e3o de literatura sobre o uso da WHODAS 2.0, verifica-se escassa aplica\u00e7\u00e3o da avalia\u00e7\u00e3o junto a sujeitos com doen\u00e7as neurol\u00f3gicas, especificamente no Brasil. As doen\u00e7as neurol\u00f3gicas s\u00e3o as que mais deixam sequelas na popula\u00e7\u00e3o. Sendo a epilepsia uma das principais condi\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas no mundo (FONTANELE e PIRES, 2006) e o Acidente Vascular Cerebral (AVC) uma das maiores causas de incapacidade (PETZOLD et al., 2010), torna-se importante que a aplica\u00e7\u00e3o desta avalia\u00e7\u00e3o, junto a esta popula\u00e7\u00e3o, seja realizada. Desta forma, o objetivo desta pesquisa \u00e9 fazer um estudo descritivo sobre a funcionalidade e a incapacidade de sujeitos sequelados por AVC e diagn\u00f3stico de epilepsia por meio da aplica\u00e7\u00e3o da WHODAS 2.0. Objetivo Geral: &#8211; Analisar o n\u00edvel de funcionalidade e incapacidade de pessoas sequeladas por doen\u00e7as neurol\u00f3gicas utilizando a WHODAS 2.0. Objetivos Espec\u00edficos: &#8211; Analisar o n\u00edvel de funcionalidade e incapacidade de pessoas sequeladas por AVC; &#8211; Analisar o n\u00edvel de funcionalidade e incapacidade de pessoas com Epilepsia; &#8211; Analisar, de acordo com o modelo Biopsicossocial (CIF, OMS), componentes de funcionalidade e contextuais que interferem na funcionalidade e incapacidade como barreiras ou facilitadores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo do Projeto: An\u00e1lise da Funcionalidade e Incapacidade de pessoas com doen\u00e7as neurol\u00f3gicas utilizando a WHODAS 2.0. Pesquisador Principal: Prof. Renato Nickel Colaboradores: Lyene de Souza Benvenutti &#8211; Integrante \/ Caroline Cunico &#8211; Integrante. 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